Estudo mapeia ameaças da mineração às florestas e à biodiversidade

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Pesquisadores japoneses da Universidade Tohoku e do NIES combinaram imagens de satélite de alta resolução e aprendizado de máquina para criar um mapa global de aproximadamente 70.000 áreas de mineração em 20 commodities e, em seguida, sobrepuseram dados de desmatamento e extinção. Atribuem 16.268 km² de perda florestal à mineração entre 2001 e 2022, concentrada na Amazônia, Sudeste Asiático e Bacia do Congo. Ouro e carvão permanecem grandes motores da perda de árvores, enquanto lítio, cobalto e níquel apresentam riscos desproporcionais à biodiversidade em habitats frágeis como áreas úmidas de alta altitude e planícies salinas. O estudo destaca conflitos sociais e defende regulamentação mais inteligente, mapeamento de riscos na cadeia de suprimentos e mais reciclagem.

A mineração causou 16.268 km² de perda de florestas entre 2001 e 2022

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