Primeiro-Ministro japonês ignora visita ao santuário de Yasukuni
A primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi afastou-se do Santuário Yasukuni de Tóquio na 81ª aniversário da rendição na Segunda Guerra Mundial, enquanto o ministro da Defesa Shinjiro Koizumi e outros funcionários visitaram; Takaichi também não mencionou agressão durante a guerra nem expressou remorso em seu discurso na cerimônia. O Yasukuni tornou-se controverso após ali serem enraizados 14 líderes de guerra condenados, e as visitas geraram protestos da China e da Coreia do Sul, que dizem que tais atos implicam falta de remorso e distorção histórica. As recusa anteriores de Takaichi sobre coerção e mulheres de conforto e comentários recentes sobre Taiwan aumentam a tensão, elevando o atrito diplomático e os riscos para as relações bilaterais e cooperação de segurança regional.
Primeiro-ministro evitou o Yasukuni para limitar repercussões diplomáticas regionais
Contexto
O Japão marcou o 81º aniversário da rendição na Segunda Guerra Mundial. O primeiro-ministro evitou o Yasukuni para limitar o atrito com China e Coreia do Sul. Visitas oficiais ao santuário provocaram protestos diplomáticos e podem aumentar…
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