Equipes de vigilância perseguem o Ébola em meio a escassezes em Bunia
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Em Bunia, na República Democrática do Congo, equipes de vigilância enfrentam escassez de veículos, funcionários não pagos e lacunas de notificação enquanto tentam rastrear um surto de Ébola de Bundibugyo. Registros de clínicas analisados pela Reuters mostraram que casos suspeitos muitas vezes não eram relatados, os resultados de testes chegavam tarde e alguns pacientes ou famílias recusavam o teste, atrasando o rastreamento de contatos. A cepa não tem vacina ou tratamento conhecido e as cifras do governo citam 3.200 infecções e 1.405 mortes, enquanto a OMS afirma que os casos verdadeiros podem ser de duas a quatro vezes maiores. Gargalos operacionais e recrutamentos inexperientes aumentam o risco de transmissão contínua além das estimativas atuais.
Lacunas de vigilância e logística prejudicam o contenimento do Ébola em Bunia
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