Cuba enfrenta escassez escolar com o início do ano letivo
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Granma, estatal, enquadrou o início do ano letivo como uma celebração, mesmo diante de graves escassezes e interrupções no sistema educacional cubano. O sistema está com falta de cerca de 24.000 professores (12,5% dos cargos), produziu apenas 2,2–2,3 milhões de uniformes dos 3,6 milhões necessários, e o Programa Alimentar Mundial relata que 48,5% das crianças de seis a onze anos não recebem refeições escolares ou lanches. Cortes de energia diários superam vinte horas em alguns lugares, e problemas de transporte e saneamento afetam as escolas. O governo autorizou professores a lecionar em várias instituições e transferiu parte do ensino universitário para formatos de meio período ou a distância, o que pode reduzir o acesso ao ensino presencial.
Cuba precisa de cerca de 24.000 professores para o ano letivo.
Contexto
O jornal estatal Granma publicou uma mensagem celebratória antes do início das aulas. A matéria relata queda de suprimentos, longos cortes de energia e falhas de transporte. O governo autorizou o ensino em várias escolas e mais aulas…
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