Na ONU, surgem alegações de que a Rússia tortura prisioneiros ucranianos

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Durante uma reunião informal do Conselho de Segurança da ONU, ex-detidos ucranianos, autoridades ucranianas e observadores de direitos humanos da ONU acusaram a Rússia de tortura generalizada e sistemática, detenção em sigilo e violência sexual contra prisioneiros de guerra ucranianos e detidos civis, com milhares ainda mantidos. Testemunhas descreveram agressões diárias, eletrocussão, execuções simuladas e abuso sexual; o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos documentou 129 execuções no início da prisão e 48 mortes sob custódia, e informou que mais de 95% dos prisioneiros de guerra ucranianos entrevistados relataram tortura. A Rússia rejeitou as alegações como desinformação.

ONU documentou tortura generalizada de prisioneiros ucranianos

Contexto

O conflito desde fevereiro de 2022 produziu muitos prisioneiros e trocas. O escritório da ONU monitorou o tratamento e registrou supostos abusos. Este relatório pode levar a maior pressão internacional ou a investigações formais.

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