Mulheres processam o patrimônio de Epstein por imagens de pornografia infantil
Duas mulheres identificadas nos documentos judiciais como Jane Doe e Amy ajuizaram uma ação coletiva federal no Distrito Sul de Nova York alegando que suas fotografias sexualizadas faziam parte da coleção de material de abuso sexual infantil de Jeffrey Epstein. Elas solicitam ao tribunal desenhar e supervisionar um programa único e coordenado para identificar e notificar outras sobreviventes e buscam danos não especificados. A queixa alega que um «livro-modelo» trancado de imagens sexualizadas de crianças foi mantido em um cofre e sustenta que poucas pessoas retratadas foram informadas de que agentes federais possuem as fotos. Os executores do patrimônio de Epstein foram nomeados como réus e não comentaram por meio de seus advogados.
Perante o tribunal, as autoras buscam identificação e notificação de vítimas sob supervisão judicial
Contexto
Epstein morreu em 2019 enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual. Maxwell foi condenada em 2021 por recrutamento e preparação de garotas adolescentes. O processo pode levar à identificação e notificação ordenadas pelo…
A análise completa
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